Dicas para quem quer aprender front-end

Quer aprender front-end? Saiba mais sobre a profissão e confira algumas dicas para você que está começando agora e quer ser um desenvolvedor front-end!

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Decidiu se tornar um profissional front-ender? Ótimo! As boas novas é que aprender front-end não é tão complicado – bom, pode até ser, mas é tão divertido que você nem percebe. Tá, sou suspeito a falar porque gosto muito da minha profissão. Como já dizia Confúcio:

Escolha um trabalho que você ama e você nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida.

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O que é front-end?

aprender front end

Com o que um profissional de frontend trabalha?

Vou tentar explicar de maneira bem básica.

Se você é novo na área, saiba que existem dois tipos de código: o front-end (client-side) e o back-end (server-side). A diferença entre os dois está justamente nos parênteses – o front-end é uma linguagem voltada para o navegador, que “monta” o design do site, trabalha os efeitos visuais e tudo mais. O back-end é uma linguagem que o servidor entende, o que está mais voltado às ações do usuário com funcionalidades do site (como o cadastro em um site ou a compra de um produto).

Antigamente, normalmente o web designer (ou web master) era responsável não só pelo design do site, mas também pelo desenvolvimento dele – outras aplicações mais “complexas” eram responsabilidade do programador. Com a evolução das tecnologias, as tarefas foram melhor divididas, até porque cada profissional passou a ter um foco mais específico em vez de ser um faz-tudo (mas não se engane: os faz-tudo ainda existem e sempre existirão – eu que o diga!). Daí os “novos” termos: front-ender, back-ender, desiger UX e por aí vai.

Leia também: O que é Front-End e Back-End?

O que faz um front-ender?

Também de maneira básica: faz o PSD funcionar no navegador. Claro, é bem mais complexo que isso, mas esse é o resumo – como dito acima, o front-ender é o profissional que trabalha essencialmente com o visual, com o que o cliente vê. Se você ainda tiver dúvidas, confira o link acima.

Para isso, os códigos utilizados normalmente são HTML, CSS e JavaScript. Há diversos frameworks, libraries, ferramentas e softwares que não só facilitam mas contribuem com o trabalho de um desenvolvedor front-end, como Gulp, SASS, Normalize.css, JQuery, GIT, Sublime Text e muito mais.

Além disso, é essencial que o profissional tenha conhecimentos com Photoshop e Illustrator, já que precisará não só fatiar os layouts, mas eventualmente otimizar ou recortar algumas imagens e ícones. Também é bacana entender conceitos básicos de PHP e até outras linguagens de programação, tendo em vista eventuais manutenções em códigos ou trabalhos em equipe.

Por fim, práticas de SEO e otimização em geral são obrigatórias se você quer ser um profissional completo!

Leia também: Eu sou desenvolvedor front-end

Como aprender front-end?

Até o momento não há uma faculdade de desenvolvimento front-end, por exemplo. Você encontra diversos cursos por aí, e se há dúvidas sobre qual escolher, leve esses 3 pontos em consideração (além do preço, se for o caso):

  1. Conteúdo: Quanto mais, melhor. Mas procure por conteúdo relevante: antes de aprender sobre softwares, frameworks e libraries, por exemplo, você precisa fazer as coisas do zero para entender melhor e se virar melhor – caso contrário, será um “profissional copy & paste”.
  2. Tempo: Quanto mais, melhor. Afinal, se for um curso “completo” com duração de 5 horas, tem alguma coisa incompleta aí (no caso, tudo).
  3. Credibilidade: Os professores são conhecidos? Pesquise por trabalhos e opiniões sobre eles e sobre o curso em si.

No meu caso, aprendi fuçando códigos de outros sites e lendo textos do Maujor, já que na minha época não faziam nem palestras sobre o assunto e os cursos eram sobre programas (flash e dreamweaver), não sobre linguagem. Textos na internet também eram bem escassos ou não eram tão amigáveis – ou seja, não eram pra iniciantes. Com o passar do tempo, fiz alguns cursos – como o de SEO na Mestre SEO e o de JavaScript na Caelum –, mas realmente aprendi mais na base da curiosidade. Felizmente, com o tempo os textos passaram a ficar mais amigáveis e várias comunidades foram surgindo, então hoje é muito fácil ficar antenado com novidades da nossa área.

Também assisti muitas palestras – elas são ótimas não só para conhecimento, mas para inspiração e networking. Hoje em dia tenho visto bastante coisa no YouTube e na Udemy, por exemplo – tem muita coisa boa e barata (e até mesmo gratuita!).

Então, em resumo, o que eu recomendo é que, acima de tudo, você leia a todo momento, acompanhe a área ativamente. Vídeo-aulas têm mais potencial que cursos presenciais, a meu ver, mas isso é só uma opinião. Por fim, vá em todas as palestras e eventos que você conseguir.

Ah, tenha algo importante em mente: aprofunde-se, tente aprender e entender ao máximo cada linguagem, conceito e por aí vai. Não vire refém de frameworks (ou o “profissional copy & paste” que citei acima). Assim como quem sabe mexer com Photoshop não é necessariamente um designer, não é só porque você sabe mexer com Bootstrap que será considerado um desenvolvedor front-end.

Links úteis

Pra organizar melhor tudo o que eu disse acima, seguem links para você que quer aprender front-end:

  • Maujor: Impossível criar uma lista sem citar esse cara. Aprendi muito com ele e ainda desconfio que ele tenha criado a internet.
  • Fórum Front-End Brasil: Relativamente novo, mas tem muito potencial e discussões bacanas.
  • Frontinsampa: Evento anual em São Paulo. Ótimos temas, palestrantes e organização. Fui em três edições!
  • @zenorocha e @bernarddeluna: Conheci ambos justamente no primeiro Frontinsampa, e também fiz um curso com eles (era chamado Coding On Weekend). Os caras são gênios, e se você está em busca de inspiração para sua carreira, pesquise sobre os trampos deles.
  • Udemy: Há cursos em português, mas se você manja inglês, melhor ainda. Em breve farei um post indicando alguns cursos muito bons que fiz por lá!

Mais dicas para aprender front-end

Se tem uma coisa que me orgulha nessa área é o fato de que os profissionais estão sempre compartilhando, sempre apresentando novas soluções. Enquanto em algumas áreas você é julgado por ter dúvidas ou os profissionais mantém tudo em segredo, na nossa área há diversas comunidades com muita gente disposta a ajudar. Claro, sempre tem os que mandam você procurar no Google (o que é uma dica preciosa, mas não quando você está em um fórum de discussões, por exemplo), assim como sempre tem alguém que quer que os outros façam seu trabalho – mas, no geral, o pessoal sempre está compartilhando e participando.

Então, se você tem mais dicas e quer contribuir para deixar esse post ainda melhor para quem está querendo aprender front-end, deixe seu comentário!

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Quem é Fabio Lobo?

fabio lobo

Sou eu! Quer saber ainda mais sobre mim?

Bom, a maioria dos trabalhos que faço — na área de web design e desenvolvimento front-end — é com WordPress, com foco em usabilidade, facilidade e performance (tudo isso com design responsivo, é claro!). Também tenho uma agência digital, a ANDALE!, e sou fundador de outros projetos, como a WOWF e a FicaOn.

Quer saber mais sobre esse tal de Fabio Lobo? Veja meu currículo ou siga-me nas redes sociais acima. Ah! Você também pode acessar meu blog, que é focado em web design e desenvolvimento.