O que um web designer pode aprender com os esportes mentais

Você sabe o que um web designer pode aprender com jogos mentais como poker ou xadrez? Confira 6 exemplos de aprendizado para a profissão!

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esportes mentais

É possível que um web designer aprenda algo com esportes mentais para sua profissão?

Xadrez, bridge, damas, poker… o que esses jogos têm em comum? Muito além de instrumentos para passar o tempo, fonte de diversão, eles são categorizados como esportes da mente, envolvem conceitos complexos e requerem certas habilidades. Esses jogos intelectuais exigem o desenvolvimento de competências como concentração, estratégia, disciplina, análises elaboradas, abstração, inteligência emocional, dentre outras aptidões cognitivas.

Mas o que um web designer tem a ver com isso, você pode estar se perguntando? A resposta é simples: tudo! Os profissionais da área não só podem como devem se basear nos conceitos desses esportes mentais e aplicá-los no dia a dia de trabalho para otimizar sua rotina e melhorar suas práticas.

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Listarei aqui algumas lições que um web designer pode aprender a partir desses jogos. Vamos lá?

[ Veja também: 10 coisas que um web designer faz ]

Calcular probabilidades – Nos jogos de cartas, os jogadores nem sempre podem presumir que seus oponentes têm uma boa mão, pois isso pode impedi-los de correr riscos e, assim, reduzir seus ganhos. Cada rodada é diferente da anterior e não há como prever sua conclusão. No entanto, é possível calcular as chances e probabilidades, e os designers devem fazer o mesmo em vez de se preocuparem excessivamente com o produto final e fazer antecipações negativas que apenas servem para limitar sua imaginação e minar a sua criatividade.

esporte mental poker

O poker é um ótimo exemplo de jogo mental.

Pesquisar e observar – Os jogadores profissionais dos esportes da mente sempre pesquisam seu oponente antes de enfrentá-lo, observando seu comportamento em partidas anteriores, que tipo de jogo faz, os tells (reações físicas involuntárias que os jogadores apresentam ao blefar, por exemplo), de forma a analisar suas forças e fraquezas. Da mesma forma para o profissional que criará um projeto, a pesquisa do cliente e do público-alvo é essencial e um processo necessário para identificar as necessidades específicas do mercado a quem o produto se destina. Se essa investigação for feita de forma detalhada e correta, isso diminuirá as chances de retrabalho e colaborará para a elaboração de uma interface de usuário mais adequada para os visitantes do site.

Começar humildemente – A maioria dos jogadores profissionais e sábios, sem considerar algumas exceções, começa o jogo por baixo, de forma humilde, sem arriscar todas as suas fichas ou as peças mais importantes do tabuleiro antes de analisar suas chances de vitória. Os designers também deveriam começar pequeno no sentido de evitar o erro cometido por muitos de sobrecarregar uma página, inserindo todos os elementos gráficos possíveis em um único espaço. Isso geralmente apenas resulta em um design mais complicado e dificulta a navegação, por isso aquela velha expressão “menos é mais” é válida aqui.

Saber seus limites – Assim como o bispo no xadrez tem sua movimentação limitada à cor da casa em que inicia o jogo, mas tem seu potencial aumentado do meio para o final da partida a medida em que o tabuleiro fica mais aberto, o profissional do design deve saber seus limites e forças. Dessa forma é possível evitar abraçar mais do que consegue e aceitar todos os projetos que aparecem até ficar sobrecarregado. Às vezes é preciso falar não, ou colocar prazos mais realistas em vez de correr o risco de se atropelar, fazer tudo correndo e não da forma como gostaria, entregando assim um produto de menor qualidade e, consequentemente, arriscando prejudicar sua credibilidade.

esporte mental go

Já ouviu falar do jogo Go? É bastante detalhista!

Realizar testes – Os jogadores mais experientes, além de analisarem o adversário previamente, o testa durante a partida. Ao longo do torneio eles observam o estilo de jogo do oponente e respondem de variadas maneiras, utilizando diferentes estratégias e táticas até cumprirem seu objetivo. Da mesma forma, os web designers devem utilizar essa estratégia e se aproveitar de um conhecido recurso de marketing chamado teste A/B. Ele consiste em criar duas páginas diferentes para ver qual atrai maior tráfego, isto é, fazer duas versões do mesmo projeto, uma original e outra com pequenas modificações e medir qual apresenta maior taxa de conversão. Uma vez que se chega aos resultados, o profissional pode se ater aos elementos de design dessa página específica.

Reconhecer seu potencial – Dentro do tradicional jogo oriental go há uma hierarquia de acordo com a experiência do jogador, em que leva-se anos para tornar-se um mestre. Em algumas partidas entre competidores de níveis diferentes, o menos experiente até pode receber mais peças para compensar a desvantagem. Isso nos lembra que é preciso muito esforço para alcançar nosso potencial, e esses princípios do jogo devem ser levados em conta pelos profissionais do design como fator motivacional e de inspiração. Em vez de limitar-se em sua zona de conforto, deve-se sempre buscar o aprendizado de novas habilidades, se atualizar, se dedicar e fazer de tudo para alcançar mais do que o esperado, excedendo suas próprias expectativas.

Você joga algum esporte mental?

Se não, agora você sabe que deveria! Além de um ótimo exercício para aprendizado, pode ser um hobby para aliviar o stress do trabalho e até mesmo uma renda extra, dependendo do jogo.

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Quem é Fabio Lobo?

fabio lobo

Sou eu! Quer saber ainda mais sobre mim?

Bom, a maioria dos trabalhos que faço — na área de web design e desenvolvimento front-end — é com WordPress, com foco em usabilidade, facilidade e performance (tudo isso com design responsivo, é claro!). Também tenho uma agência digital, a ANDALE!, e sou fundador de outros projetos, como a WOWF e a FicaOn.

Quer saber mais sobre esse tal de Fabio Lobo? Veja meu currículo ou siga-me nas redes sociais acima. Ah! Você também pode acessar meu blog, que é focado em web design e desenvolvimento.